Entrevista com Ryan + Transcrição
Foi divulgado um vídeo de uma entrevista com o Ryan Key na época da turnê com o "Blue October". Apesar de antigo, vale a pena ver para matar as saudades!
Ryan: Oi, eu sou o Ryan do Yellowcard e você está assistindo o programa “The Rock Star Stories”.
Repórter: E aí, pessoal, estou aqui com o Ryan do Yellowcard. Tudo bom?
Ryan: Tudo bom. Eu estou aqui com essa turnê com o “Blue October”.
Repórter: E como tem sido?
Ryan: Ótimo. É uma turnê muito longa, cerca de 17 semanas, vários shows... É diferente de tudo que fazemos, é bem longa. Mas é legal porque estamos fazendo vários amigos ao longo da estrada.
Repórter: Qual é a coisa que você mais gosta de fazer quando está em turnês?
Ryan: Eu gosto mesmo de tocar as músicas, de estar no palco... É a melhor parte do dia porque o resto é um pouco chato, monótono. A gente fica tentando ver alguma coisa pra fazer. A gente entra no MySpace, escreve algumas notícias...
Repórter: Vocês têm um álbum novo. Me fala um pouco dele.
Ryan: Bom, ele se chama Paper Walls, foi lançado em julho. Trabalhamos nele por uns seis meses. Foi uma passagem rápida entre ele e o nosso projeto anterior, que se chama Lights and Sounds. Não tivemos muito tempo livre entre as duas produções. Ano passado, eu tive que passar por uma cirurgia nas minhas cordas vocais e foi um grande buraco na turnê. Depois que eu me recuperei, fizemos mais alguns shows mas decidimos que era hora de um novo álbum. Nos orgulhamos muito com esse novo CD porque é a primeira vez que ficamos unidos no mesmo espaço e escrevemos músicas juntos. Isso não acontecia desde Ocean Avenue, porque cada um foi para o seu canto depois de 20 meses fazendo shows e muitas músicas foram escritas separadamente. Agora, conseguimos colocar uma boa energia para o Yellowcard.
Repórter: Vocês estão com a banda há muito tempo. Os fãs mudaram desde o primeiro álbum até agora?
Ryan: Um pouquinho. Desde o primeiro álbum que eu gravei com a banda. Mas é estranho porque a cronologia do Yellowcard começou no Ensino Médio quando eu me juntei , 3 anos depois, mudou tanto o estilo da música que quase chegamos à discussão se mudaríamos ou não o nome da banda. O primeiro álbum que eu gravei era mais independente. Estávamos na Califórnia, fazendo nossos shows, e éramos novinhos. Ocean Avenue mudou completamente nossas vidas. Foi quando viramos um verdadeiro sucesso e muita gente nova veio para apoiar e eu sei disso porque quando eu era pequeno gostava muito desse tipo de rock. Eu cresci vendo o progresso da música pela MTV. Então eu acho que ter fãs novos é bom porque é como se pudéssemos oferecer alguma coisa para essas crianças. Eu acho que agora eles crescerem um pouco... Alguns já se cansaram, devem estar na faixa dos 20 anos, se formando na faculdade. É legal tê-los aqui e poder acompanhar o crescimento deles.
Repórter: E se eles mudaram, vocês mudaram também?
Ryan: Sim, com certeza. Não é que somos uma fábrica, mas fazemos nossos CDs porque é assim que esse mercado funciona.Um dos maiores desafios é descobrir onde você está na sua vida e pensar: “Pode não ser o que eu estou sentindo agora, mas pode funcionar”. Foi mais ou menos o que aconteceu com Lights and Sounds. Foi um período da minha vida que eu precisei passar por uns desafios e experiências. E sinto orgulho porque foi um álbum que vendeu milhares de cópias. Eu gosto de ver exatamente onde o artista está na vida na hora que escreveu aquela determinada música.
Repórter: Se você não fosse músico, o que seria?
Ryan: É um grande clichê, mas acho totalmente verdadeiro e eu acabei entrando na banda justamente porque na nossa escola não tinha muitos esportes, era mais ligada à música, à escrita e às artes em geral. Eu passei um bom tempo no teatro e meu grande sonho era fazer uma escola só disso. Acontece que eu não consegui a vaga e nesse mesmo tempo, o Yellowcard apareceu. Se eu não estivesse com a banda, certamente estaria em algum teatro ou coisa assim.
Repórter: E que filmes você mais gosta de assistir?
Ryan: Ah, em muitos. A coisa que eu mais gosto de fazer, depois de tocar com a banda, é assistir filmes. Sério, eu vejo muito. Meu filme favorito é O Poderoso Chefão, sou um grande fã de Marlon Brando.
Repórter: Bom, muito obrigada. Foi ótimo conversar com você e tenha um bom show mais tarde.
Ryan: Oi, eu sou o Ryan do Yellowcard e você está assistindo o programa “The Rock Star Stories”.
Repórter: E aí, pessoal, estou aqui com o Ryan do Yellowcard. Tudo bom?
Ryan: Tudo bom. Eu estou aqui com essa turnê com o “Blue October”.
Repórter: E como tem sido?
Ryan: Ótimo. É uma turnê muito longa, cerca de 17 semanas, vários shows... É diferente de tudo que fazemos, é bem longa. Mas é legal porque estamos fazendo vários amigos ao longo da estrada.
Repórter: Qual é a coisa que você mais gosta de fazer quando está em turnês?
Ryan: Eu gosto mesmo de tocar as músicas, de estar no palco... É a melhor parte do dia porque o resto é um pouco chato, monótono. A gente fica tentando ver alguma coisa pra fazer. A gente entra no MySpace, escreve algumas notícias...
Repórter: Vocês têm um álbum novo. Me fala um pouco dele.
Ryan: Bom, ele se chama Paper Walls, foi lançado em julho. Trabalhamos nele por uns seis meses. Foi uma passagem rápida entre ele e o nosso projeto anterior, que se chama Lights and Sounds. Não tivemos muito tempo livre entre as duas produções. Ano passado, eu tive que passar por uma cirurgia nas minhas cordas vocais e foi um grande buraco na turnê. Depois que eu me recuperei, fizemos mais alguns shows mas decidimos que era hora de um novo álbum. Nos orgulhamos muito com esse novo CD porque é a primeira vez que ficamos unidos no mesmo espaço e escrevemos músicas juntos. Isso não acontecia desde Ocean Avenue, porque cada um foi para o seu canto depois de 20 meses fazendo shows e muitas músicas foram escritas separadamente. Agora, conseguimos colocar uma boa energia para o Yellowcard.
Repórter: Vocês estão com a banda há muito tempo. Os fãs mudaram desde o primeiro álbum até agora?
Ryan: Um pouquinho. Desde o primeiro álbum que eu gravei com a banda. Mas é estranho porque a cronologia do Yellowcard começou no Ensino Médio quando eu me juntei , 3 anos depois, mudou tanto o estilo da música que quase chegamos à discussão se mudaríamos ou não o nome da banda. O primeiro álbum que eu gravei era mais independente. Estávamos na Califórnia, fazendo nossos shows, e éramos novinhos. Ocean Avenue mudou completamente nossas vidas. Foi quando viramos um verdadeiro sucesso e muita gente nova veio para apoiar e eu sei disso porque quando eu era pequeno gostava muito desse tipo de rock. Eu cresci vendo o progresso da música pela MTV. Então eu acho que ter fãs novos é bom porque é como se pudéssemos oferecer alguma coisa para essas crianças. Eu acho que agora eles crescerem um pouco... Alguns já se cansaram, devem estar na faixa dos 20 anos, se formando na faculdade. É legal tê-los aqui e poder acompanhar o crescimento deles.
Repórter: E se eles mudaram, vocês mudaram também?
Ryan: Sim, com certeza. Não é que somos uma fábrica, mas fazemos nossos CDs porque é assim que esse mercado funciona.Um dos maiores desafios é descobrir onde você está na sua vida e pensar: “Pode não ser o que eu estou sentindo agora, mas pode funcionar”. Foi mais ou menos o que aconteceu com Lights and Sounds. Foi um período da minha vida que eu precisei passar por uns desafios e experiências. E sinto orgulho porque foi um álbum que vendeu milhares de cópias. Eu gosto de ver exatamente onde o artista está na vida na hora que escreveu aquela determinada música.
Repórter: Se você não fosse músico, o que seria?
Ryan: É um grande clichê, mas acho totalmente verdadeiro e eu acabei entrando na banda justamente porque na nossa escola não tinha muitos esportes, era mais ligada à música, à escrita e às artes em geral. Eu passei um bom tempo no teatro e meu grande sonho era fazer uma escola só disso. Acontece que eu não consegui a vaga e nesse mesmo tempo, o Yellowcard apareceu. Se eu não estivesse com a banda, certamente estaria em algum teatro ou coisa assim.
Repórter: E que filmes você mais gosta de assistir?
Ryan: Ah, em muitos. A coisa que eu mais gosto de fazer, depois de tocar com a banda, é assistir filmes. Sério, eu vejo muito. Meu filme favorito é O Poderoso Chefão, sou um grande fã de Marlon Brando.
Repórter: Bom, muito obrigada. Foi ótimo conversar com você e tenha um bom show mais tarde.
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