Sean no site Swanktrendz
Por Chistine Albrecht
Obrigada por concordar em falar com o site Swanktrendz. Estava esperando ansiosamente pra te encontrar pois tenho algumas perguntas a respeito de sua habilidade de cantar, tocar violino e fazer mortais, tudo com uma aparente facilidade.
Bom, não tenho certeza da parte fácil.
Ryan e eu compartilhamos elas igualmente, dividimos a tarefa, tanto juntos ou separados. Estou realmente ansioso pra tocar nesse lugar, sinto realmente uma coisa boa essa noite. Vancouver tem sido uma cidade difícil para se vender muitos ingressos, então queremos ter certeza que faremos o dinheiro que eles deram valer a pena.
É interessante que vocês foram escolhidos para abrir o Nickelback. Não diria que o som de vocês é parecido, mesmo assim se completam.
Obrigado. Temos uma base de fãs bem sólida que vem aos shows, mas com certeza não estamos atingindo milhares como o Nickelback, então essa vai ser uma experiência interessante.
Agora Sean, obviamente - desde o começo da banda - há um enorme falatório sobre você tocar o violino numa banda de rock, primeiramente punk. E, eu entendo que você cresceu num ambiente de clássico e jazz. Então como você casou os dois gêneros?
É, cresci num clássico, com um pouco mais de jazz quando entrei no colegial. Comecei a dar uma melhorada com o violino e então parti pra um lado um pouco mais rock, mas tinha sido treinado classicamente desde os seis anos. Então podia me aventurar, ainda retornando ao clássico.
É essa carreira o que você planejava?
Não. Na verdade nunca pensei que faria nada na música, exceto numa escala externa. Sempre pensei que seria um professor de música de ginásio ou colegial e isso proveria minha necessidade musical.
Sim, educação musical é realmente uma coisa triste no presente. Mas, voltando à minha direção musical - não existia até eu encontrar o grupo de amigos (que se tornaria o Yellowcard) que eu comecei a tocar música e diferentes estilos musicais. Comecei a escrever músicas e ser parte de uma banda, e nesse caminho éramos amigos realmente muito próximos.
Isso me faz pensar - por que os colegas da banda são tão próximos e estão juntos constantemente - como vocês sobreviveram por tanto tempo? O relacionamento é similar a uma família e você não acha que trata seus amigos de banda pior do que faria a alguém de fora?
Definitivamente há raízes de família envolvidas. Você começa ali porque está tão interligado, e sabe como tocar nas feridas de cada um. Pode ser horrível algumas vezes especialmente quando alguém decide tratar de um assunto. Hoje em dia, melhoramos ao separar assuntos. É difícil quando finanças, negócios e música estão todos interligados.
Bom, não haveria muito a escrever.
Não, eu escrevi todos eles.
Não, a melodia na música é o que o Pete pensou, então a escrevemos juntos, eu arranjei as cordas.
Estou tentando. Como qualquer banda de Aerosmith pra cá - eles sempre têm arranjo de cordas em sua música. Acho que poder fazer todos os arranjos em casa é um grande ponto de orgulho para nós. Arranjo e orquestra podem ser feitos por nós, e se isso cai sobre o trabalho do violinista, o farei. Qualquer coisa que oferecemos nos nossos albuns podemos oferecer num show ao vivo.
Definitivamente nós nos afastamos muito do uso de efeitos e influencias de fora na nossa música. Sempre fomos orgulhosos de nós mesmos por ser a banda que pode fazer isso ao vivo. Claro que fatiga e emoção podem vir durante nossos shows ao vivo e podemos cometer erros. Mas realmente aceitamos ser apenas uma banda e estar lá criando música pra nossa audiência. Há avanços tecnológicos diferentes que ajudam a Britney Spears na vida, mas ainda temos integridade e seremos a banda com o mais duro trabalho, Sim, cometeremos erros.
Temos orgulho do relacionamento que temos com nossos fãs e a audiência melhora indo e pressionando a tocar. Claro que se tocarmos totalmente sincronizados, soaria exatamente como o álbum e isso pareceria com a gente, mas aí não poderíamos interagir com a audiência.
Está se tornando cada vez mais difícil, mas é importante pra gente. Questão importante, nós não estaríamos aqui se não fosse pelos nossos fãs, tem um milhão de bandas por aí que eles podem apoiar, mas nos escolheram. Tentamos dar um retorno para nossos fãs por nos permitir viver assim.
Nós não tocamos nada anterior à música do Ryan no Yellowcard porque as coisas anteriores foram escritas por Todd Clarry e Ben Dobson e seria desrespeitoso porque são músicas deles. Quando o Ryan entrou, ele só tocava guitarra e o Todd cantava. E então o Todd largou, então o Ryan começou a fazer a parte de cantar também. Ele também me ensinou a cantar.
Tento fazê-los uma vez assim que dá.
Temos uma pequena parte de controle criativo, mas é uma coisa cooperada. Tem que falar com os outros para concluir algo. Nosso empresário é incrível.
O Nickelback é incrível porque numa era de venda de milhares de músicas, conseguiram vender milhões. Eles tem no mínimo 8 hits grandes, então são a maior banda de rock do planeta. Não sei como fomos escolhidos. Nosso empresário falou e dissemos que seria ótimo. Queremos tocar para pessoas que já nos ouviu, mas também esperamos alcançar aquelas que nunca nos ouviu. O Nickelback tem sido atencioso conosco. Estamos tão empolgados por poder tocar pra tantas pessoas.
Em 1997 a banda era muito agressiva, música punk rock de "boa liberdade". Com a mudança do compositor depois que o Ryan Key entrou, nos mostrou o quanto diferente cada um da banda era. Encontramos partes em cada música do Yellowcard onde o violino se encaixaria. Primeiramente eu era parte da banda, mas aparecia mais como convidado. A resposta foi realmente positiva então eles disseram, você está dentro e tem músicas que você tem escrito, então vamos trabalhar nelas. É importante pra mim tocar o violino pro bem do som do Yellowcard.
Meu nível de energia é um reflexo do público. Eu costumava usar um smoking e tocar numa orquestra. Agora tendo nosso próprio show, quando é minha vez de tocar minha parte, fico naquela pequena ilha e não tenho que voltar. É um alívio e muito divertido.
Eu diria quando ganhamos o premio das MTV2. Éramos os vira-latas. Esse foi um destaque e olhando atrás - e estávamos pensando que diabos estávamos fazendo na companhia de todas aquelas pessoas? Outro destaque é que estamos ainda aqui. Com a turnê de Paper Walls, todo dia estou continuamente lembrado que faço isso pra vida. É muito bom.
O mais bagunceiro - diria que é o Longineu - ele encara os camarins como se fosse seu quarto. Desculpa LP.
Ryan Mendez e eu compartilhamos isso. Parece que nós dois temos uma pequena obsessão compulsiva. Esse é meu ponto, sei onde encontrar minhas coisas. Ei, quem tocou no meu ipod? Por que isso está bem ali - eu não o coloquei lá?
Por reação e só por ser o mais sarcástico, é o Ryan Key - Bom ou mau.
Longineu, acho. Ele costumava ter um artista mas depois mudou tudo. Ryan trabalha só com um artista.
Acho que sou o mais irritante, pois tenho toda essa energia. Começo a cantar músicas ou a tentar infernizar as pessoas.
Não sei - Nessa altura do jogo todos sabemos como responder e quando é pra manter a boca fechada.
Anberline também da Flórida - nossos bons amigos na Warped Tour, Cities of tooth and nail. Estou ansioso pelo que eles vão nos mostrar.
myspace.com/anberline
E um mais, também. O Spill Canvas. Neil, nosso produtor, acabou de fazer o álbum deles. São fantásticos. O vocalista tem um desempenho incrível - ele canta tão maravilhosamente e são da Dakota do Sul.
myspace.com/tsc
O prazer foi meu.
Leia a entrevista original aqui.
Marcadores: Entrevista
1 Comentários:
valeu, cika! o/
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